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terça-feira, 18 de junho de 2013

Localização - Mapas

TOUR DO MUNDO PARA TAPEROÁ 
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Mapa dos Territórios de Identidade da Bahia
Territórios de Identidade da Bahia
Território de Identidade Baixo Sul
Território de Identidade Baixo Sul

Taperoá no Território de Identidade Baixo Sul
Em 2003, a Secretaria do Desenvolvimento Territorial/MDA propôs um mapa de divisão territorial para o Baixo Sul. E em 2004,  após reuniões com representantes da Sociedade Civil e o Poder Público dos diversos municípios, foi então homologada a contraproposta que estes apresentaram com a atual divisão do Nosso Território. 
O Baixo Sul é composto por 15 municípios, a saber: Tancredo Neves, Teolândia, Taperoá, Nilo Peçanha, Cairu, Camamu, Valença, Ituberá, Igrapiúna, Wenceslau Guimarães, Gandu, Piraí do Norte, Jaguaripe, Aratuípe e Maraú.   


Taperoá em Destaque no Mapa

                         









MUNICÍPIOS LIMITES

_________________________________________________________________
FONTE: SDT/MDA, SEC/BA, SEI, SEPLAN, CEDETER, IBGE, EMBRAPA


segunda-feira, 29 de abril de 2013

Linha do Tempo


ANO
ACONTECIMENTOS IMPORTANTES DE TAPEROÁ
1561
Fundação da Aldeia de Taperaguá, pelo Pe. Luís da Grã., com cerca de 2.000 indígenas, muito provavelmente, tupiniquins.
1563
Por medo de uma suposta guerra com o Governador Geral 2000 mil indígenas abandonam a Aldeia (segundo Pe. José de Anchieta em uma de suas cartas narrativas).
Uma epidemia (provavelmente de varíola) dispersou e matou quase 2.000 mil indígenas.(Segundo Osmar Pinheiro em sua obra)
1620
Demolição da capela de S. Miguel e construção da capela de São Brás, pelo Capitão Lucas Fonseca Saraiva.
1707
Inauguração da igreja católica de N. S. da Boa Morte, em Jordão.
1828
A primeira colônia agrícola por nome Santa Januária se estabeleceu às margens do Rio do Engenho, sendo formada por 101 famílias de irlandeses.
1851
Data aproximada da criação do Cemitério Municipal, situado na Av. Torquato Guimarães sobre uma colina.
1866
Construção da igreja católica de N. S. da Ajuda, em Camurugi.
1907
Apesar dos Correios do Brasil só terem sido criados em 1931, Taperoá já possuía uma estação telegráfica postal.
1910
A Farmácia Gratidão se estabelece em um sobrado nobre da cidade, sendo a principal distribuidora de remédios da população na época.
1914
Passaram a existir os jornais Correio de Notícias, o Almanaque de São Jose e A Comarca.
A Comarca era “editado semanalmente. Era proprietário o Sr. Ernesto Malheiros, sendo redator o ilustre advogado Dr. César Coutinho de Souza. Depois de algum tempo, em 1927, a oficina foi desativada e por motivos políticos sofreu prejuízo e não voltou mais a funcionar”. (O. Pinheiro, p.18)
1916
Taperoá foi emancipada como cidade, pela Lei Estadual nº1131, de 1º de abril do referido ano.
1928
Construção do Cine-Teatro da cidade, na Rua Marechal Deodoro.
1929
Inauguração da igreja católica N.S. da Conceição, na Rua Gilberto Passos.
1930
Construção da rede elétrica da cidade. Em 1963 a COELBA instalou seu escritório.
1931
Ergue-se o obelisco na Fonte de S. Brás, pelo Prefeito Magno César de Oliveira.
1938
Frei Guilherme Hans dava início à construção da escadaria que dá acesso à igreja de S. Brás, com 64 degraus.
1944
Início da construção da Praça da Bandeira com seu coreto, que nos reporta a uma plataforma de lançamento espacial.
A obra começou na gestão do Prefeito Nivaldo da Costa Lins e foi concluída na gestão do Prefeito Vitor Meireles Filho.
1949
Construção do novo Porto, em substituição do antigo Trapiche.
Com 60 metros de comprimento por 8 metros de largura, Noberto Odebrecht entregou à Taperoá a Ponte Nova. Tendo sido ela o principal ancoradouro do Baixo-Sul na ocasião.
1941
 Criação do primeiro clube social, o Clube S. Brás.
1947
Construção da Liga de Assistência Social, em terreno doado pelo português e comerciante Sr. Augusto Linheiro.
1953
Construção do Mercado Municipal Leão Cerqueira de Oliveira.
E construção da ponte de Graciosa, com 116 metros de comprimento com 3,5 de largura; fazendo limite com Valença.
Logo depois iniciou-se a abertura de estrada de barro de Valença a Camamu.
1956
Início das atividades agro-industriais com o empresário Euvaldo Luz, o qual passou a industrializar o dendê.
1957
O último achado da presença indígena data de 9 de junho de 1957, onde encontraram muitas igaçabas – uma espécie da pote de barro para a água.
1961
Criação da empresa Óleos de Palma S.A. – OPALMA.
1962
Construção de um campo de pouso na OPALMA.
1963
O então Prefeito Vitor Meireles Filho realiza um dos mais bonitos desfiles cívicos de 7 de setembro que se tem notícia na cidade. Foi tão comentado que a cidade recebeu convite para apresentá-lo na vizinha Valença.
1966
Instalação da primeira bomba de gasolina.
1967
Abertura da estrada de barro até o povoado da Itiúba, com 19km.
1970
Início da “nova colônia com agricultores japoneses que, sob liderança de Tadao Amano, transformariam o panorama agrícola do município, criando novas expectativas para os proprietários, que passaram a seguir novos métodos de trabalho e a introduzirem outras culturas em suas fazendas”.  (O. Pinheiro p. 26)
1972
Construção do Jardim Sesquicentenário, em homenagem aos 150 anos da independência do Brasil. O popular Jardim dos Namorados.
Instalação do Fórum de Justiça Dr. Pedro Faustino de Souza Pondé; nome dado em homenagem ao primeiro juiz que serviu a comarca em 1915.
1976
O prédio escolar Profª Estela Aleluia Guimarães começa a ser construído.
1978
Construção da estação rodoviária.
Instalação da Comissão Executiva do Plano de Lavoura Cacaueira – CEPLAC, trazendo vários benefícios para os agricultores.
O primeiro Posto Telefônico chega à cidade.
O Banco Bamerindus S.A. instala sua agência. (Gestão: Dr. Antônio José da Silva)
1982
O Banco do Brasil instala seu escritório.
O Governo do Estado cria o Posto Médico Dr. Valdo de Brito; nome dado em homenagem a importante médico da terra.
Construção de um grande barco de madeira na Praça da Bandeira para realização da famosa Chegança – uma festa folclórica muito apreciada na cidade. A obra foi feita pelo artista Miguel Araújo, na gestão do Prefeito Dr. Antônio José da Silva.
1987
Inauguração do Restaurante O RECREIO, do Sr. Fernando Rocha.
Pesquisa: Obra de Osmar Pinheiro - Taperoá - Minha Terra, Minha Gente e Sua Política
                 Cartas dos Padres José de Anchieta e Manuel da Nóbrega

quinta-feira, 25 de abril de 2013

História

 Praça da Bandeira e Rua Marechal Deodoro - 1957(IBGE)

Contexto

Para manter a hegemonia da coroa portuguesa sobre a terra recém descoberta e inibir a invasão e saque dos corsários franceses, ingleses e holandeses na costa brasileira, o então rei de Portugal D. João III  dividiu a "terra brasilis" em capitanias hereditárias, as quais doou  para nobres e pessoas de sua confiança. Assim Portugal pretendia administrar a colônia que certamente lhe renderia muitas riquezas e crescimento econômico. O ano era 1534.

A Bahia nesta época foi  composta por três faixas de terra, contadas da sua costa até a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas, a saber: a Capitania da Baía de Todos os Santos (ao norte), a Capitania dos Ilhéus (no centro) e a Capitania de Porto Seguro (ao sul).

Clique na imagem para ampliar
A Capitania dos Ilhéus tinha 50 léguas de largura e correspondia ao trecho que vai do Rio Jaguaripe à barra do Rio Coxim. Hoje significa aproximadamente de Itaparica à Comandatuba (BA). Sendo que anos depois Itaparica também virou Capitania.

O seu primeiro donatário foi Jorge de Figueiredo Correia que era Escrivão da Fazenda Real e um dos homens mais rico de Portugal na época. Ele recebeu a capitania em  26 de junho de 1534 e, apesar da sua disposição em investir na colonização da capitania, preferiu ficar no conforto do cargo e da corte, enviando um funcionário seu para administrá-la  em seu lugar: o Lugar-Tenente Francisco Romero. Homem hábil na guerra, apesar de rude no trato.

Em outubro de 1535 Francisco Romero partiu de Lisboa e atracou na Baía de Todos os Santos, provavelmente no mês de dezembro. Depois seguiu viagem com seus colonos e três naus até a Ilha de Tinharé (Morro de São Paulo), onde se instalou por um tempo. 

Apesar da segurança do local, Francisco enviou um destacamento para explorar melhor  a região. E, após algumas semanas de exploração, o grupo trouxe a boa notícia de que encontrara uma península protegida por quatro ilhéus, com um rio que desaguava no Oceano Atlântico, bom atracadouro, terras férteis, sendo o lugar ideal para a sede da capitania. O único aspecto preocupante era a presença da tribo dos Aimorés por aquelas bandas, pois estes eram temidos até pelas outras tribos existentes, além de avessos à colonização. Este lugar era Ilhéus. 

A primeira pintura que retratou a vila dos Ilhéus - do principe Maximiliano D’Áustria

Construíram então uma das primeiras vilas do Brasil e Francisco Romero a batizou de São Jorge dos Ilhéus, em homenagem ao seu patrão.

No ano seguinte a prosperidade era tanta que Francisco enviou uma nau cheia de pau-brasil para seu donatário com uma carta informando que a vila estava instalada, fortificada, incluindo até uma pequena capela. 

Feliz pelas notícias Jorge de Figueiredo Correia distribuiu três sesmarias (distribuição de lotes de terra destinada à produção) em sua capitania. Uma para Mem de Sá (Desembargador), uma para Fernão Alvares de Andrade (Tesoureiro-mor) e outra para Lucas Giraldes (rico banqueiro).

Com visão capitalista eles pretendiam explorar a lavoura canavieira pelo interior daquelas terras. E, justamente aí começaram seus problemas. Os índios Aimorés, que eram em grande número,  não concordaram com seus planos; visto que suas terras agora começaram a ser exploradas.



E, a partir da segunda metade do ano de 1546, constantes batalhas foram travadas. Os temidos Aimorés (ou botocudos, como eram chamados) "devastaram Ilhéus e Porto Seguro, destruindo os engenhos e matando os colonos portugueses, que logo fugiram em debandada para as ilhas de Tinharé, Boipeba e Cairu, além de outras localidades"¹. 

A guerra ainda prosseguia quando, ao fim do ano 1550, Jorge de Figueiredo Correia faleceu e seu filho vendeu o direito sobre a capitania para o banqueiro Lucas Giraldes que de imediato substituiu o Lugar-tenente Francisco Romero pelo Feitor italiano Tomaso Alegre.

Apesar dos esforços dos colonos em toda parte, o sistema de capitania fracassou - à exceção de São Vicente e Pernambuco - e a coroa portuguesa decidiu criar o Governo Geral, onde pretendia centralizar a administração e ter mais controle sobre a colônia. As capitanias passaram a chamar-se então capitanias gerais.

Chegada de Tomé de Souza à Bahia

Quando Tomé de Souza veio assumir o Primeiro Governo Geral do Brasil, os primeiros padres da Companhia de Jesus vieram junto com ele, sob as ordens de Manuel da Nóbrega. Era 29 março de 1549. 

E, enquanto a Coroa acreditava que conseguiria resolver o  seu problema econômico, ampliando a produção do cobiçado açúcar e unificando a colônia através da fé, os jesuítas sonhavam em realmente converter os indígenas à Cristo e preservar a hegemonia da Igreja Católica na terra onde os cristãos protestantes (luteranos e calvinistas) já tinham chegado. "A guerra econômica e religiosa das Europas transferiu-se para o Brasil"². 

                          

                 Porto velho : mercado municipal - 1957 (IBGE)


                                          
Fundação

Em 8 de maio de 1553 Duarte Costa veio tomar posse como segundo Governador-Geral e trouxe consigo a terceira leva de missionários. Foram eles: os padres Brás Lourenço e Ambrósio Pires e os  irmãos Gregório Serrão, João Gonçalves, Antonio Blasquez e José de Anchieta; todos sob a supervisão do padre Luís da Grã. Eles aportaram na Bahia em 13 de julho de 1553.  
Fragmento das "Cartas Avulsas" dos jesuítas.

Em 1555 Nóbrega foi nomeado Provincial do Brasil e o Pe. Luis da Grã partiu para S. Vicente com o Irmão Manoel de Chaves.

Em dezembro de 1559 Grã foi promovido a Provincial da Companhia de Jesus na colônia em lugar do próprio Nóbrega, que estava bastante doente. E em 1560 retornou à Bahia com irmãos línguas Gonçalo de Oliveira, Gaspar Lourenço e Antônio de Souza, e os noviços Balthazar Gonçalves, Antônio de Mello e Pero Peneda, juntamente com o então Governador Geral Men de Sá. Chegou em 29 de agosto e em outubro começou a visitar e fundar aldeias.

Fragmento de carta de Pe. Anchieta

"Luís da Grã fundou vários povoados e aldeias no seu provincialado, das quais podemos destacar a de São Miguel de Taperaguá, fundada em 1561, a de Nossa Senhora da Assunção de Tapepigtangia, também fundada em 1561, a aldeia de Bom Jesus de Tatuapara, a de São Pedro de Saboig e a de nossa senhora de Camamu, iniciada já, em 1561, pelo padre, a pedido do índio cristão, Luiz Henriques, de Ilhéus." (4)
 
Tendo boas relações com o Governador, de família nobre, formado em direito, em artes e sendo ex-reitor do Colégio de Coimbra em Portugal, Pe. Luís da Grã se mostrou um missionário dedicado, excelente pregador, talentoso no trato com as pessoas e muito zeloso pela conversão dos indígenas³. Além de fortalecer a fé dos que aqui já estavam, era considerado "tão doce e prudente  para  todo o bem" por Manuel da Nóbrega, em sua carta ao Rei, em 30 de julho de 1559.

Segundo Anchieta, Grã era um trabalhador incansável e contínuo na busca da salvação das almas, repartia o pão com os famintos e mostrava-se muito satisfeito e alegre ao ensinar aos gentios, e mesmo que pregasse a dois ou três demonstrava entusiasmo “como se estivesse com a igreja cheia”. (5)

Grã também foi responsável pelos processos inquisitoriais instaurados no Brasil. Desde o mais famoso contra o francês João Cointas, monsenhor de Bolés, o do padre Antônio da Gouveia e também contra outras pessoas, na ocasião da Primeira Visitação do Santo Ofício às partes do Brasil.

A partir de finais do século XVI e inícios do XVII, Luís da Grã viveu quase exclusivamente na capitania de Pernambuco, atuando como reitor do colégio da Companhia e envolvido em outras atividades. No ano de 1600, este clérigo aparecia como confessor da Igreja e domiciliar. Acabou os seus dias nesta capitania a 16 de novembro de 1609*. Tinha 86 anos de idade . (6) 

Vista parcial de Taperoá, em 2009.

Taperoá portanto foi fundada pelo II Provincial Pe. Luís da Grã, em 23 de novembro de 1561, sendo a princípio a Aldeia de Taperaguá, onde viviam cerca de 2000 indígenas. Estes receberam Luís da Grã com docilidade e grande parte se converteu ao cristianismo católico. O qual construiu uma capela à S. Miguel, no local onde hoje é a Muritiba. Luís da Grã tinha na época 38 anos. (7)

Ainda segundo o relato do Padre José de Anchieta, em 1562 "uma grande doença e grande fome" dizimou 30 mil índios e escravos no espaço de 2 ou 3 meses. E também a notícia de que as Aldeias de Taperaguá, Tapepigtanga e Itaparica seriam alvos da represália do Governador Geral em resposta ao assassinato do Bispo Pero Sardinha, afetou gravemente o processo de colonização de nossa cidade.

Anchieta afirma, que no caso destas Aldeias, era mentira que "um mameluco conseguiu meter na cabeça do gentio Taperaguá". A História mostra, no entanto, que outras localidades foram realmente punidas pelo ataque ao Bispo Sardinha  e sua comitiva. (Os caetés que o digam!).
Fato é que nossos antepassados creram e fugiram, despovoando estas bandas e fechando as igrejas aqui instaladas. (Ver no fragmento abaixo)


"A Resolução nº 284 de 29 de maio de 1847, elevou a povoação à categoria de vila e criou-se o município de Taperoá. (...)  A vila de Taperoá recebeu foros de cidade pela Lei estadual nº. 1131 de 01 de abril de 1916. (8)

Pesquisa e redação: Profª. Bárbara Guedes 


Para conhecer mais sobre Luís da Grã clique aqui 
Sobre os jesuítas no Brasil Colônia clique  aqui
Sobre os cristãos protestantes no Brasil Colônia clique aqui 

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FONTES:

(1) Portal São Francisco:
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/capitanias-hereditarias/costa-do-pau-brasil.php
(2) Eduardo Hoonaert (org.) História da Igreja no Brasil na Primeira época, Petrópolis RJ, Ed. Paulinas-Vozes, Tomo II/1983
(3) CONQUISTA ESPIRITUAL: HISTÓRIA DA EVANGELIZACÃO NA PROVINCIA GUAIRĀ, p. 118, na obra de Antônio Ruiz de Montoya - 1565-1652 (de Portugal) -  Por Jurandir Coronado Aguilar
(4) Serafim Leite, História da Companhia de Jesus no Brasil:  Rio de Janeiro, Instituto Nacional do Livro, 1950, p. 158 
(5) Cartas de Anchieta, p. 105
(6) O padre Luís da Gram e a Inquisição no Brasil Colonial Quinhentista, Emanuel Luiz Souza e Silva - Revista de História da UFBA, 4, 1 (2012), p. 3-31  
(7) Serafim Leite, História da Companhia de Jesus no Brasil, t. II, p. 475.
(8) Taperoá: Minha Terra, Minha Gente e sua Política, p. 14,15, na obra de Osmar Pinheiro - 1998, Contemp Editora, Salvador BA
- Universidade de Coimbra, Portugal  -  Contato pessoal
* Existe uma outra data para o falecimento de Luis da Grã (em Tratados da Terra e Gente do Brasil, P.401, de Fernão Cardim, em Brasiliana Digital.)
PS: FRAGMENTOS DAS CARTAS DE JOSÉ DE ANCHIETA E DAS CARTAS AVULSAS DOS JESUÍTAS